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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Inventa



Ei você,quer saber
Inventa uma cidade
Escreve um livro
E conta aquele conto
Mas não enrola, nem complica
Sem pudor,conta ate aquelas loucuras
E se ti fizer corar..SORRI!
Mas num esquece de falar também dessa tua vida
Teus medos,anseios,teu pão de cada dia.
Novos traumas,os antigos eu já conheço de cór.
Tuas desilusões
Divide comigo
Assim informal
Assim camuflado
Assim escrachado nas paginas do teu livro
Mesmo só por vaidade
Ou por ainda vontade de se abrir
Ou então não fala nada
E eu não olho para trás
Seguirei na minha estrada
Sem saber mais sobre você
Como velhos desconhecidos...
Que em algum momento se reconheceram.

5 comentários:

Arquivo Alternativo disse...

Adorei, mas era o minimo que podia acontecer quando essa mente aí trabalha ;D

Beijo garota.

Jário disse...

adorei esse post \o estou te seguindo!

Maria Luíza disse...

Parabéns moça! :)
"escrito com sentido de música?"

Cristian Rietchün disse...

Hey, Você que passa
Você que não olha e escracha
Você.
É!!!
Você!
Não, não finja que não nota.
Anedota.
Conta outra história
E retira essas reticências que me soam como ponto-final.
Não!
Não posso passar sem perceber.
Olha de lado.
Veja pela janela.
Existem cores lá fora.
São sentimentos lá fora.
São construções.
O seu mundo continua nublado?
O meu não.
O meu acabou num dia que nem lembro mais.
Mas, a minha estada é fora da matéria.
E o que me seduz não passa na luz.
Sim...
Se hoje me pedes pra apagar a luz
Eu ponho o meu frágil Coração Partido no teu altar.
Mas, se me acompanhas no amanhecer
Te dou o mais belo sorriso até o glorioso entardecer da noite.

Sinuca-breja-bossa disse...

Oi Lu..Obrigada,é a intenção sim,um poema meio cantado..ehehe..que bom q gostou.=D